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Drones em Autoescolas? Na Espanha sim!

As Autoescolas espanholas, através da Fundação CNAE (Confederação Nacional de Autoescolas), oferecerão os primeiros cursos para piloto de drones profissionais na Espanha que contam a Certificação Oficial Internacional IMQ de qualidade.

 

     

 

Por Revista Autoescola
Criado em 11/05/2018 - Última modificação em 11/05/2018
Acessos: 373

As Autoescolas espanholas oferecerão os primeiros cursos para piloto de drones profissionais na Espanha

 

A Fundação CNAE, cujo trabalho consiste na prevenção de acidentes de trânsito e no treinamento e conscientização dos riscos rodoviários, lidera o projeto de treinamento desse novo modelo de transporte com o objetivo de “profissionalizar um setor em ascensão com aplicação no setor profissional”.

Para que as Autoescolas incorporem este treinamento, a entidade se associou com a Cinetic, um centro de treinamento autorizado pela Agência de Segurança da Aviação do Estado (AESA), que desde 2006 treina e forma pilotos, pilotos de drone, aeromoças, tanto para operadores privados como para organizações oficiais. A aliança pretende criar a maior rede profissional de treinamento para pilotos de drone em todo o país.

A CNAE vem informando as Autoescolas sobre os requisitos técnicos que a EASA exige para que se tornem um centro de treinamento oficial para pilotos de drone. De acordo com a entidade, as Autoescolas espanholas estão atualmente preparando toda a infraestrutura e treinando seus instrutores para começar a ensinar esses cursos.

De acordo com o último estudo da PwC, empresa de consultoria famosa mundialmente, o mercado de drones vai mover 127 bilhões de dólares em todo o mundo a cada ano e a maioria vai para o setor profissional. Diante disso, o diretor da Fundação CNAE, Javier Llamazares, diz que “é quase impossível encontrar uma atividade produtiva em que um drone não traz vantagens, na área de logística, agricultura ou emergências, eles já são úteis e pouco para pouco será usado em diferentes atividades profissionais”.

De acordo com o último estudo da PwC, empresa de consultoria famosa mundialmente, o mercado de drones vai mover 127 bilhões de dólares em todo o mundo a cada ano e a maioria vai para o setor profissional. Diante disso, o diretor da Fundação CNAE, Javier Llamazares, diz que “é quase impossível encontrar uma atividade produtiva em que um drone não traz vantagens, na área de logística, agricultura ou emergências, eles já são úteis e pouco para pouco será usado em diferentes atividades profissionais”.

No Brasil

A popularização do uso dos drones, além do aumento das vendas das aeronaves no Brasil, fez com que a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) apresentasse, em setembro de 2015, uma proposta para regulamentar a utilização dos VANTs (Veículo aéreo não tripulado). Essas regulamentações se aplicam aos modelos controlados remotamente em que o piloto possa intervir nas ações do drone. O uso de modelos autônomos, ou seja, que dispensam o piloto, ainda é proibido.

 

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